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Mostrando postagens de Janeiro, 2014

O quase riso do Luiz Maurício

Vim falar do Luiz Maurício. Ou melhor, do quase riso do Luiz Maurício. Fico voltando a música over and over again só para escutar. Porque eu a adoro. E porque ele quase ri. E é um quase riso tão gostoso, que eu rio junto. Nossa, eu sempre rio junto, fico igual a uma idiota rindo sozinha. É bom rir sozinho, não? Amo. Talvez se ele tivesse consumado a gargalhada, eu não desse grande importância ao trecho em questão, é possível.
Porque é o charme da impossibilidade de ele rir que me ganha, que me faz rir - como ele não pôde, uma vez que estava ocupado cantando. E encantando. Das profundezas das recordações de momentos em que foi rido um riso proibido, eu lanço a questão:

A melhor gargalhada não é aquela censurada?






Assistam aí, porque eu não vou contar. Hihi







Não queremos mozão nenhum

Que coisinha bem escrota essas cronistas medíocres que, na esperança de angariarem mais leitores, publicam postagens de cunho extremamente pessoal, né, não???? ((((eu))))

A real é que a última listinha do mal foi fruto de uma conversa arriada sobre preferências... e, entre uma gaitada e outra, eu resolvi publicizar, só para ver no que ia dar. Não deixou de ser uma chance de queimar sem-noção. Sim, eu sei que isso é bem quinta série, mas no fundinho, bem no fundinho, a gente guarda alguns resquícios, faz parte. E, brincando, brincando, foi uma postagem que acabou recebendo muitas visitas - fato este que, francamente, me deixou desconcertada!!! Poxa, me puxo legal em vários textos por aqui, e, muitas vezes, os coitados ficam às moscas, mas aí eu resolvo falar de supostas dicas (nada como um título malicioso para fazê-los clicarem, hein?) para que algum possível candidato me aqueça no inverno sulino, e geral cai matando??????? Ou eu estou cheia de pretendentes anônimos, ou vocês são uns …

Dez dicas para ser meu mozão (mas só no inverno).

Daqui a pouco, o inverno tá aí, e eu preciso garantir o meu cobertERROR


1- Não tenha um Instagram.

2- Seja sarcástico, pensante, sagaz, metido a inteligentão, o que for. Só não seja um babaca-repete-senso-comum.

3- Não seja obcecado por carros, logo, não faça books deles.

4- Seja o Wagner Moura. Se não der, seja uma encrenca com borogodó, que tá valendo. Ô se tá valendo.

5- Não seja uma filial ambulante da Nike.

6- Não legende suas fotos com ''parceria top'', ''parceria dimóóóis'', ''agregando valor à porra do não sei o quê''. Melhor, não legende fotos. Não, pera, seja discreto: não poste fotos.

7- Domine com maestria a norma culta da língua materna.

8- Tenha pavor de rodeios. Sendo, você, gauchinho de nascença, deboche do Bento e da revolução. (revolução HAHAHAHAHAHAHA)

9 - Seja um roqueiro transgressor - nem que seja de espírito.

10- Não seja ciumento, inseguro, desconfiado, afetado. Me ignore, às vezes.


HORS CONCOURS

Dedilhe Cartola

Filialzinha do inferno

Escrevo, aqui e agora, pós recuperação de um baile de formatura de uma amiga queridíssima. Festão. Festa linda, mas não menos bizarra. Festas – ao menos estas que seguem o padrão vigente - são bizarras - e só para que fique claro o espírito da postagem: meu baile também foi bizarro. De referida bizarrice ninguém está imune, uma vez que está condicionada desde muito tempo atrás. Mas, desconstruamos o termo "festa". Aquilo ali não é festa, é meia-irmã do pau-de-arara. Por isso as pessoas, estando ali, bebem pra caralho: não aguentariam sóbrias aquela filialzinha do inferno. Festa já é um troço indigesto, a começar pela imposição do salto. Quem disse que seríamos plenamente felizes, nos equilibrando em sapatos altíssimos? Claro, claro, dirá você que, se "está ruim", eu devo é aderir às sapatilhas, mas vamos combinar que o mundinho machistinha que habitamos – esse que afirma que mulheres ficam muito mais "femininas" usando salto alto – não está preparado para…

Polvorosa

Até parece que o último texto fica me ''cuidando''. Vou é tratar de ''iniciar os trabalhos'' por aqui. Não, não falo de tirar uma foto pseudointimista de uma cerveja artesanal, legendando-a com os dizeres citados, a fim de fazer alguma linha do tempo espumar de inveja. Eu vou é tirar a derradeira postagem de 2013 do foco de vossas atenções. Comecemos... porque uma hora teremos que.
Bom, er, eu nem sei sobre o que falar no momento, na verdade não me programei para hoje. Só vim saudar minha casa. E aí, como vão? Não tô torcendo o nariz pro finado ano - nem poderia: foi um ano de denso amadurecimento pessoal. Eu aprendi uma caralhada de coisa - o que não quer dizer, claro, que tal caralhada não tenha sido conquistada sob um custo emocional altíssimo. Doeu. Mas realmente posso dizer que gosto muito do ser humano que venho me tornando. E devo isso às experiências do período encerrado na última terça-feira. Lógico, nem tudo saiu do jeito que eu queria, me neg…