segunda-feira, 29 de abril de 2013

Da série: diálogos agridoces

DEIXE MEU NOME FORA DISSO


Redação, aproximadamente 15h30min - uma moça faz uma entrevista via telefone, aquele parto de sempre.


- Alô, eu poderia falar com a Fulana...? É sobre uma reunião da secretaria de vocês aí...

- É ela... sobre o que seria?

- Então, Dona, eu queria confirmar alguns dados... o horário que...

- Foi bom tu ter ligado, Ciclana, o horário mudou... será às seis da tarde.

- Uhum, que bom que eu tenho uma bola de crist, ENFIM, me diz uma coisa... como vocês enxergam essa questão aí da mudança na presidência da comissão? Tem a ver com o quadrado da hipoten, digo, com a falta de apoio da situação?

- É complicado eu te dizer assim, sabe...

- Hehehe eu sei, é que vocês não quiseram me receb...

- Ah... até quando tu escrever aí, nem diz que fui eu que falei. Não precisa colocar nome, ok?


(danem-se as teorias, se ela disse que não precisa sair nome, então não precisa, né)


- Mas e daí eu uso o nome de quem? Do Teobal, digo, eu preciso usar suas palavras para a matéria ter validade, entende... hehehe preciso citá-la hehehe, sabe?

- Mas não quero que saia meu nome, não pode sair.

- Ok, eu vou dar uma chorada aqui então, até mais.


Beijo pras fontes, amo vocês!





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