sexta-feira, 14 de março de 2014

Das coisas que eu lamento

Se tem uma coisa que me deixa desnorteada da vida, é gente burra. Mas pera lá, caro leitor, há diferenças no conceito - que, sim, admito, não é lá muito politicamente correto. Aliás, EU acho que há diferenças, pode ser que para você não haja. Burrice técnica, por exemplo, que eu considero inofensiva e, digamos, reversível, é algo fácil de contornar. Não dominar um instrumento, uma técnica, um computador Mac, um celular touch (euzinha advogando em causa própria)... ah, dá-se um jeito, são chatices cotidianas. E, no mais, é possível aprender, treinar o tato, ele adapta-se às necessidades na maioria das vezes. Agora, uma burrice de pensamento, minha gente.... essa é difícil. E é a que mais se dissemina, porque traz em seu cerne uma criação, uma vivência cultural, conceitos enraizados desde muito tempo atrás, ou seja, papais burrinhos e com mentes minúsculas serão naturalmente mentores intelectuais de criancinhas preconceituosas e burrinhas desde a tenra idade. É algo que vai passando de geração a geração. E isso dói, porque a gente não pode fazer nada. Eu não posso, só me resta assistir. E lamentar.
 
Estas linhas ficaram muito pedantes, até parece que eu sou muito inteligente...

É complicado publicizar textos feitos com a raiva mais quente saindo pelos dedos, porque eu posso soar bem cretina. Penso ser burrice a falta de empatia pela situação do outro, acho que foi isso que eu quis dizer.

Acho. Eu não sei é de nada.

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