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Plantão agridoce

          Dear God, e eu pensando que eu era a única agridoce que estufava o peito e assumia, sem nenhuma culpa, carregar genes docinhos e azedinhos no corpo? Momento Maysa Matarazzo: meu mundinho caiu. Há mais blogs agridoces na vizinhança, gente! Com algumas variantes, lógico, mas o adjetivo garanhão marca presença em mais páginas da web, sim, senhor. Seria eu uma fraude? Em instantes, no Globo Repórter. rs
          Não, não sou. Abomino cópias. Acho que não se pode fugir de inspiração - coisa bem diferente, aliás. A minha, no caso, brota de muita galera literária e casual por aí, mas o fato é que eu nunca seria ridícula a ponto de plagiar a ideia de outrem. Sou ridícula em outras situações, mas não, assim, ferindo meu orgulho leonino. rs // Gosto do que eu faço: ruim, bom, regular, meia-boca, whatever, mas prezo por originalidade e brio. Logo, se vocês virem algo parecido, sei lá eu, não pensem que eu me prestei a homenagear a pessoa em questão. Já expliquei por aqui como surgiu o título do meu bloguinho-filho-querido, né? Eu tenho passion por tal palavra, acho que a madame eufemiza muito dignamente isso que nós todos não conseguimos explicar direito dentro de nós: o anjinho e o diabinho atazanando os dois lados do cérebro. E ponto. Se tive o mesmo insight criativo de algum mortal por aí, o negócio é relativizar. Aqui, só tem bobagem fresquinha proveniente da minha caixola.
          É, o mimimi tá brabo! E eu, como sempre, tô me blindando com aquilo com que fui agraciada em doses cavalares: bom humor! Fiquei meio surpresa, ao constatar que já haviam utilizado a minha matéria-prima, mas, enfim, já virei a página. Só achei pertinente avisá-los. Acreditam que cheguei a flagrar em um blog-primo-distante, uma crônica de-li-cio-sa a respeito do Chico? Deixou a minha no chinelo, obviamente. Uma joia! http://dialetica.org/agridoce/2006/11/17/ora-o-chico-buarque-e-uma-farsa/

Ah, não desistam de mim! Não tô tão inspirada nesse setembro de postagens magras, mas nunca me esqueço de vocês.

Beijos

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