Pular para o conteúdo principal

Campanha #ADOTEUMCOLONIZADO

Ai, a Copa, esse raposa...

Nem bem chegou e já trouxe a discórdia. Olha, eu tô pouco me lixando para o desempenho da seleção (porque parei drasticamente de acompanhá-la, desde que tomamos aquele gol do Thierry Henry, pois o Roberto Carlos estava ajeitando sua meia na pequena área). Não tô falando isso para fazer média e pagar de rebelde, me achando muito transgressora por ''não ligar para futebol''. Tem uns trocentos cérebros com essa ideia original por aí. Só que há tempos não me apetece o verde-amarelismo do futebol, perdeu o encanto para mim. Acho que me enerva o culto cego a uma modalidade específica. Eu gosto mesmo é de olimpíadas - só para citar outro evento esportivo e eu não ficar sem graça no final do parágrafo.
Porém, me enerva mais é ver vocês pagando pau pra europeu. Assim.......................

QUALÉ?????????????

Incrível como os textos são sempre uma cagação de regra deslavada, por mais que a gente tente dar uma disfarçada. Até rimou. Mas, hein, é isso mesmo: tô falando que vocês não podem torcer por países cujo imperialismo amordaçou nosso destino (sente a poesia do troço). Sei que não é problema meu... bom, se a babaquice de vocês me incomoda, logo, é muito problema meu. E se não gostou, é só me xingar nos comentários, pois eu não censuro nada por aqui. Essa falta de lei no recinto me fascina, confesso.
Sugiro adotar um colonizado, então, se a gana por cuspir no ''ordem e progresso'' é tão grande assim. Sim, colonizado, gente como a gente. E, como vocês amam enfiar uma hashtagzinha até no meio do cu, lancei essa aqui, ó:

#ADOTEUMCOLONIZADO
#ADOTEUMCOLONIZADO
#ADOTEUMCOLONIZADO
#ADOTEUMCOLONIZADO





Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

5 ANOS DE BLOG - PARTICIPE DA PROMOSHARE

Hoje, nós da empresa, completamos 5 anos de blog. Vamos dar o play para entrar no clima:                         #POLÊMICA: sempre preferi o parabéns da Angélica em vez de o da Xuxa. O que não quer dizer que eu ame a Angélica, claro, por mim ela pode ir pra casa do caralho. ENFIM, VAMOS CELEBRAR! 5 ANOS DE MERDA ININTERRUPTA AQUI! UHUL, HEIN? Era 22 de dezembro de 2010, estava euzinha encerrando mais um semestre da faculdade de Jornalismo, meio desgraçada da cabeça (sempre, né), entediadíssima no Orkut, quando finalmente tomei coragem e decidi dar a cara a tapa. Trouxe todas as minhas tralhas para o Blogspot e a esperança de mudar alguma coisa. Infindáveis crônicas começaram a ganhar o mundo e a me deixar mais desgraçada da cabeça ainda: sei lá, escrever é uma forma de ficar nua, de se deixar analisar, de ser sincero até a última gota, e isso nem sempre é bom negócio. Mas, enfim, felizmente tenho sobrevivido sem gran...

Sobre "Ratatouille"

           Já deveria ter escrito algo a respeito de Ratatouille e esse fascínio que causa em mim, mas só hoje levei o impulso adiante. Pois então, digo que ele é uma delícia, é uma lição de vida, é uma graça, é charmoso, é inteligente, é bem roteirizado, é mais que uma animação e muito mais que um filme "de bichinho" para distrair numa tarde chuvosa. Quando a ótima Isabela Boscov afirma que se trata de “uma odisséia com um rato” , não há exagero: há um fato irrefutável. Rémy e suas peraltices com os ingredientes são um soco filosófico na boca do estômago, seguido de recuperação lenta. Muito lenta.            Não sei se vocês já viram, gostaram ou tiveram vontade de jogar o DVD no lixo, após os créditos aparecerem na TV. Só penso que, se houver ainda um pouquinho de sonho latejando em vossos corações, será impossível não se envolver com a saga do tal Rémy na busca de ...

Curiosidades agridoces

Como há um público muito seleto que clama por entrevistas aqui neste espaço, aqui vai uma EXCLUSIVA, feita pela produção do "Garota Agridoce" com a mina agridoce, Bruna Daniele Castro, diretamente do Castelo de Caras.  Um luxo só. Confira! Qual a sua lembrança de infância mais remota? Eu fingindo que tava dormindo pra não ir ao jardim de infância de manhã, nos idos de 95. Me achava muito esperta. Aí, como meus pais eram coniventes com meu soninho rebelde, eu ia no horário da tarde e as freirinhas sempre me repreendiam. Lembro até hoje “Bruninha, tu não estás no teu horário..’’ (risos) Maior ídolo na adolescência? Sei lá... acho que o Freddie Mercury, pela intensidade e magnetismo. E teve aqueles gurizinhos de boy bands , claro, peguei a fase áurea do KLB, logo... Onde você passou as suas férias inesquecíveis? Bah, quando eu tinha uns 8 ou 9 anos, ia pra uma fazenda de uns conhecidos da minha vó materna. Só hoje vejo o quanto aquele tempo era fabuloso. O ver...